O PRP, ou Plasma Rico em Plaquetas, é uma terapia regenerativa que utiliza componentes do próprio sangue do paciente para estimular a recuperação natural dos tecidos.
O procedimento é simples: uma pequena amostra de sangue é coletada e processada em centrifugadora, separando o plasma — a parte do sangue rica em plaquetas e fatores de crescimento. Esse concentrado é então aplicado exatamente na área que precisa de regeneração, como articulações, tendões, ligamentos ou a coluna.
As plaquetas são conhecidas por seu papel na cicatrização: elas liberam fatores de crescimento que ativam a reparação dos tecidos, reduzem a inflamação e estimulam a formação de novas células. Por isso, o PRP vem sendo cada vez mais estudado e aplicado em condições como dor crônica lombar, artrose, lesões de tendões e espondilose.
Entre as principais vantagens do PRP estão:
- Biocompatibilidade — por usar o sangue do próprio paciente, o risco de rejeição ou alergia é mínimo
- Procedimento minimamente invasivo — realizado em ambiente clínico, sem necessidade de cirurgia
- Recuperação rápida — o paciente retorna às atividades em pouco tempo
O PRP representa uma alternativa conservadora e baseada em evidências para quem busca aliviar a dor e recuperar a função sem recorrer imediatamente a procedimentos cirúrgicos.
Referencia:
U, W. S.; CHEN, L. R.; CHEN, K. H. Platelet-rich plasma (PRP): molecular mechanisms, actions and clinical applications in human body. International Journal of Molecular Sciences, v. 26, n. 21, art. 10804, 2025. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12608683/. Acesso em: 1 out. 2026.